30 de dez de 2015

SENTAPÚA - ENCERRANDO 2015...


Comecei editar a RETROSPECTIVA 2015 do Blog Roraimarocknroll com um sentimento nostálgico, uma verdadeira viagem de volta ao tempo, mergulhando profundamente na história recente do rock roraimense dos últimos 15 anos, e 5 de Blog.

Está sendo bem divertido recordar momentos polêmicos, outros inspirados, alguns tristes, e muitos outros felizes da minha história dentro do rock do extremo norte do Brasil.

*Créditos | Saulo Oliveira
formação da VELUDO BRANCO de 2011 até os dias atuais
com Cesar Matuza, Mr Gonzo e Paulo Veludo

Melhor ainda é perceber que apesar de tudo que plantei e colhi para o bem e para o mal relacionado ao blog, a Veludo Branco e o meu trabalho como jornalista e produtor cultural, por ser quem eu sou, essencialmente um sagitariano libertário, sinto um imenso orgulho de tudo que já fiz pelo rock n' roll, especialmente o rock roraimense. 

*Créditos | Saulo Oliveira
Formação da VELUDO BRANCO que nos projetou no cenário independente
de 2007 a 2010 com Cesar Matuza, Mr Gonzo e Mirocem "Chuck Norris" Beltrão

Sinto dentro de mim cada vez mais forte um sentimento de dever cumprido, um ponto final no capítulo mais longo escrito na minha jornada pela Vida e do qual me trouxe até aqui. Sei que o sentimento é passageiro, e logo o ponto final volta a ser reticências, e a vida continua em frente... É, apesar de mais velho, continuo sendo uma metamorfose ambulante (risos).

1º formação da VELUDO BRANCO EM 2006
com Lucas Fontinelle, Cesar Matuza, Mr Gonzo e Armando Almeida
O único show com esta formação aconteceu 
no aniversário na Casa do Wander Longhi

A palavra imediata que vem no pensamento ao mergulhar nessa parte da minha vida é LEGADO. O que fica no fim da história é o que você fez de real para fazer do seu lugar de vida um mundo melhor. Olhando pra trás e revendo tudo que já fiz, posso partir para outro plano hoje mesmo com a certeza que meu legado foi muito bem cultivado, digno de orgulho a minha filha, minha família e minha própria história.

Na Livraria Saber com meu amigo e comparsa de sucesso Fabio Gomes 
do portal Som do Norte responsável por colocar a Veludo Branco 
em evidência na cena rock independente

Reconheço nos textos, nas opiniões, nas resenhas, artigos e reportagens que fiz e compartilhei (já são 965 até agora), um Victor Matheus, um Mr Gonzo, um Sentapúa bem diferente do que me tornei hoje. Antes volátil, impulsivo, tempestivo e contestador, hoje sereno, tranquilo, feliz e em paz com a Vida. O tempo tem feito muito bem pra mim. Gratidão Vida.

Cesar Matuza, Rodrigo Baraúna, Mr Gonzo e Alexandre Horta
um encontro que sintetiza a história do rock roraimense dos últimos 20 anos

Está sendo delicioso embarcar de volta ao passado, se reencontrar em fotos e perceber que mesmo evoluindo, mesmo crescendo como ser humano, todos nós temos a nossa essência, a chama matriz que nos move por este planeta, e posso encontrar a minha em qualquer frase escrita hoje ou há 5 anos atrás no blog.

Com o poeta Rodrigo Mebs, meu amigo, cumpadre, parceiro artistico e inspiração

O dia chuvoso deixa tudo com gosto de saudade. Estou aqui, mergulhado em memórias, sentindo o gosto da adrenalina palpitar no peito ao relembrar do que fui, o que desejava ser e o que me tornei hoje.

Com Cesar Matuza, um dos melhores amigos que encontrei nessa Vida

No fim das contas, valeu mesmo tudo, e não mudaria nada do que fiz no passado para chegar até aqui sendo o que sou hoje, um artista feliz, realizado e em paz com a sua história.

Minha Gratidão a todos os amigos que fazem parte da minha história e minha jornada pela música, muitos deles considerados irmãos de Vida e aqui registrados em algumas fotos. Saibam todos que se cheguei até aqui, muito devo a cada um de vocês, pela amizade, pela irmandade, pela lealdade, e acima de tudo pelo amor que cultivo por cada um que esteve do meu lado ao longo dos anos nos melhores e piores momentos. 

Set List Veludo Branco em Manaus

Todos aqui sabem o valor que tem na minha vida e não preciso detalhar. Se esqueci de alguém me perdoe, mas compilar uma Vida inteira dedicada ao rock n' roll em poucas palavras e imagens não é tão simples assim.

Meu abraço de Luz pra todos vocês e gratidão por tudo.
Feliz 2016, mantendo o lastro, na trilha do asfalto, sem nunca parar!

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EM BREVE A RETROSPECTIVA COMPLETA DO BLOG RORAIMAROCKNROLL 2015

29 de dez de 2015

COLUNA RORAIMAROCKNROLL - ANO 5 - 29ª EDIÇÃO


NESTA EDIÇÃO: CESAR MATUZA, CARTA PEDRADA, BALI-RÁDIO, RAMON HIAMA, MARCELO D2, GARDEN, PEDRO PRATA, MAMA RECORDS, OS PLAYMOBILS,  RAMONES, BOB DYLAN
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ABRE A CONTA
Bom dia rocker! Chegamos a última edição da coluna em 2015, com o sentimento de dever cumprido. Quero compartilhar com nosso leitor minha gratidão pelo carinho, pelas sugestões de pautas, pela participação, e especialmente pela inspiração. A coluna Roraimarocknroll é um espaço do rock roraimense, aberto a todas as bandas independentes para divulgar seus trabalhos. Encerrando o ano trazemos um papo reto com o mais novo tatuador e também headbanguer Cesar Matuza. Dicas de livros e filmes, uma trip pelas redes sociais, um rocklist altamente grunge com o músico Ramon Hiama, e as novidades da banda Carta Pedrada. Desejo um feliz 2016, com muita música, muita saúde, amor e esperança em dias melhores. Seja bem vindo à coluna Roraimarocknroll, porque a história do rock roraimense você lê primeiro aqui! Boa Leitura, Feliz ano Novo e ótima terça-feira! Let’s go! - Victor Matheus.
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PAPO RETO 
*Créditos: Arquivo Pessoal 
O tatuador e baterista Cesar Matuza, da banda Veludo Branco, 
responde a três perguntas do Papo Reto da nossa coluna: 

Você fundou uma das bandas mais icônicas do rock roraimense, a Lepthospirose, no período considerado a Era de Ouro do Rock Macuxi. Que lembrança você guarda desse período? 

Guardo na memória os eventos de casa cheia, os shows no Sesc Centro, Tributos ao Iron Maiden e Metallica, da união da galera, das amizades, bebedeiras e viagens. Foi uma época muito boa. Qualquer evento que fizesse sempre tinha muito publico, e com bilheteria. Agora parece que estão mal acostumados, o público só vai em evento aberto, de graça. A formação de público de shows foi se desfazendo com o tempo. 

Seu novo projeto pessoal e profissional une o rock com outra paixão: A tatuagem. De onde surgiu a ideia de se tornar tatuador? 

Você e muitos sabem que há uns 10 anos minha casa já foi um Estúdio de Tatuagem, quando o Markito Tattoo vinha tatuar em Boa Vista. Quase todos os nossos amigos tatuaram lá na minha casa no Pricumã, e desde aquele tempo, até antes, eu já curtia tatuagem. De lá pra cá o vício só aumentou. Como já tinha gosto por desenho desde garotinho, tinha pastas com meus desenhos em casa, tudo nessa temática meio “sombria” do heavy metal. Gostava de redesenhar capas de discos como os do Iron Maiden e Helloween na época. Então conversando com o Markitto no início desse ano em Manaus, surgiu a ideia de aprender. Treinei a mão em papael e lápis, por uns 3 meses. Comprei minha primeira máquina no final de Abril em Sampa quando estive lá pro festival Monsters of Rock. Pratiquei em pele sintética, estudei publicações e blogs sobre tatuagem, vídeos, fiz worshops em Manaus com dois grandes tatuadores paulistas, peguei dicas com profissionais e testei pela primeira vez em mim mesmo uma tatuagem prática. Foi um processo de aprendizado longo, de estudos e dedicação. Pra quem soube e achou que comecei a tatuar “do nada”, não sabiam que eu estava praticando a um bom tempo. 

Quem salva o rock no Brasil hoje? 

Tem pouca coisa nova com qualidade, que você sente coração na música. Ainda acho que as coisas novas salvam o rock ainda são feitas pela velha guarda. Tenho ouvido Chikenfoot e Black Country Communion. O formato do rock que anda pela mídia é deprimente. O dinheiro e a imagem falam mais do que a música em si. Difícil de engolir. 
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CARTA PEDRADA
*Créditos: Saulo Oliveira 
A banda roraimense Carta Pedrada está disponibilizando camisetas exclusivas com sua marca para os fãs. Além de você adquirir o produto da banda, colabora também no financiamento do primeiro CD do grupo. As camisetas estão disponíveis pra venda na loja Boe Mais, agência de viagens, no tamanho P, N, G, GG, XP e XM, no valor de R$30,00. #recomendados #cartapedrada 
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MOMENTO POLAROID 
*Créditos: Victor Pium
Pelas lentes de Victor Pium, a história do rock roraimense é contada... O registro é da banda Bali-Rádio no projeto Música do Beiral, do Clã Cultural Makunaima, realizado dia 19 de setembro de 2015 no Bairro Caetano Filho... Uma bela imagem digna de polaroid! #polaroid #beiral 
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ROCK LIST 
*Créditos: Arquivo Pessoal
O vocalista e guitarrista Ramon Hiama, da banda Sheep, 
escolhe cinco músicas essenciais na sua #RockList. Confira: 

1. Fell on black days (Soundgarden) 
2. Creep (Stone Temple Pilots) 
3. Careless Whisper (Seether) 
4. Bandoliers (Them Crooked Vultures) 
5. The man who sold the world (David Bowie) 
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LIVRO 
*Créditos: Editora Planeta
PUNK ROCK BLITZKRIEG – MINHA VIDA COMO UM RAMONE - Pelo título, ele já pretende estabelecer que Marky, o músico, é uma coisa, e o cidadão Marc Steve Bell (seu nome verdadeiro) é outra. Ao revelar inúmeros detalhes inéditos sobre shows e gravações, o artista também prova que Ramones é um assunto que não se esgotou. O livro cobre tudo: o começo da cena punk em Nova York, as polêmicas gravações com o produtor Phil Spector e as turnês das quais a banda acabava saindo no prejuízo. Mesmo apontando as esquisitices de Joey, a chapação constante de Dee Dee e a necessidade de controle de Johnny, Marky nunca deixa de se lembrar dos amigos que se foram com afeição e nostalgia. Além disso, também entrega as batalhas que teve com o álcool. O bom é que, com a ajuda do autor Rich Herschlag, ele consegue contar todas essas histórias de um jeito atraente. (por Paulo Cavalcanti) 
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FILME 
*Créditos: Paramount Filmes
"NO DIRECTION HOME - BOB DYLAN capta a alma de um dos mais pungentes compositores norte-americanos e ilumina com grande nitidez o período de 1961 a 1966, quando Bob Dylan forjou Bob Dylan pela primeira vez e ele se reinventaria algumas vezes até hoje. O documentário exibe com riqueza de detalhes o período em que Dylan chega a NY até pouco antes do acidente de moto que sofreu em 1966, sem apelar para fofocas da vida pessoal dele nem para nostalgia barata. O cerne do coração de Dylan e o zeitgeist daqueles 60 são exibidos com elegância. (por Marcelo Negromonte). 
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PUBLICAÇÃO 
JORNAL FOLHA DE BOA VISTA | CADERNO B 
COLUNA RORAIMAROCKNROLL | ANO 5 
29ª EDIÇÃO | 29/12/15

23 de dez de 2015

BOLIVAR BLUES - BANDA VENEZUELA LANÇA NOVAS MÚSICAS NA WEB

Bolivar Blues, a banda é referência na fronteira entre o Brasil e a Venezuela


A Bolivar Blues foi fundada em 2012 na cidade de São Francisco, Califórnia (EUA), pela norte americana Zoe Duta e o venezuelano Benjamin Mast. Zoe nasceu em uma região de Nova York que é famosa pela música, o local ficou conhecido pelo festival de Woodstock em 1969. E Benjamim pertencia a outras bandas e outros projetos musicais quando se conheceram.

Hoje, a banda é referência musical na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. Além da vocalista Zoe e do Guitarrista Benjamim, o grupo ficou completo com Hernan Medina na bateria, Erick Balbas no contrabaixo e Fidel Padilla na percussão.

A banda recebe influências de grandes nomes da música como The Rolling Stones, Beatles, Bill Withers, Amy Winehouse, James Brown, Etta James, Muddy Waters, Oscar de Leon, Chavela Vargas, Gilberto Gil, Creedence Clearwater Revival, Bob Dylan e Cream. O som reflete a sua formação multi-étnica, mas tendo sua base principalmente nos gêneros afro-culturais através de uma gama de estilos diversos. Rock and roll, blues, country, rhythm and blues, jazz, pop, techno, e hip hop estão entre os gêneros musicais da banda que vem sendo reconhecida internacionalmente.

Apesar de todas essas referências, Benjamim explica que a banda ainda está formando sua identidade ao mesmo momento que produz o seu primeiro trabalho. “O momento mais importante da história foi começar a gravar a nossa música. Adoramos esse processo, já que mostra o nosso espírito musical” relatou.

Atualmente, a banda está na produção do seu primeiro disco de inéditas que deve receber o nome de “En Camino” com produção de Bebeco Pujucan do Estúdio Parixara. “Mas sempre com os ouvidos abertos. Procurando novos sons para alimentar a nossa música” explica o guitarrista. O trabalho irá resultar em um EP com seis a sete músicas autorais.

Novos singles

A banda possui um trabalho na web, onde disponibiliza seu novo trabalho. https://soundcloud.com/bolivarblues. As novas músicas Sweet November e Day Dream são composições próprias que misturam blues, reggae e música caribenha. O ritmo do blues da cantora e instrumentista Zoe, o som é bem clássico e passa sofisticação, ficando ainda melhor na sua potente voz.

22 de dez de 2015

COLUNA RORAIMAROCKNROLL - ANO 5 - 28ª EDIÇÃO


NESTA EDIÇÃO: HENRIQUE ORNELLAS, MÚSICA DO BEIRAL, VICTOR PIUM, RODRIGO MEBS, CARTA PEDRADA, ANTIGA ROLL, YORI DEVA, ISRAEL PERERA, JIM MORRISON, VELUDO BRANCO, SHEEP.
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ABRE A CONTA
Bom dia rocker! Seguinte: Ontem foi um dia especial na minha jornada, completei 30 anos de Vida... E que vida intensa! Já fui hippie, headbanguer, glam rock, poeta, escritor, filho, pai, marido, vizinho, amigo, professor, aluno, empresário, entre tantos outros adjetivos e sinônimos que mal cabem nestas linhas, mas acima de tudo fui e ainda sou um ser humano, em constante evolução, de coração aberto e cheio de luz pra compartilhar. Ontem, hoje, amanhã e sempre, tudo que transborda de mim é gratidão ao Universo por estar onde estou fazendo o que amo. A nossa Coluna Roraimarockrnoll é parte importante do que é o Victor Matheus nessa existência, um homem que ama a Vida, que sempre deu mais de si para o próximo, e que aprendeu com seus tropeços o significado de palavras tão importantes para uma vida melhor, entre elas humildade, perdão, gratidão, amor e compaixão. Ser tudo isso e ir além é uma jornada árdua, mas sinto no meu coração a certeza que estou seguindo firme na missão da minha Vida. A todos que colaboram com a nossa coluna, recebam a minha gratidão. Esse espaço semanal do nosso jornal tem de mim um amor imensurável, e um prazer enorme em compartilhar com nosso leitor. Minha gratidão especial ao Jornal Folha de Boa Vista, por sempre dar apoio ao longo dos meus 15 anos de carreira artística e 5 anos sendo colaborador deste jornal escrevendo sobre rock e também escrevendo artigos de opinião, abrindo suas portas e me abraçando como um filho desde que aqui iniciei meu trabalho. Sou grato por toda minha vida à família Cruz e grupo Folha pela oportunidade, meus chefes de Redação, especialmente Cyneida Correia (a chefinha tretinha mais amada do mundo – risos), amigos de ofício, especialmente a Isah Carvalho e Jr Carneiro, amigos e inspiração pra mim, aos nosso leitores pelo carinho com o nosso trabalho, e a minha família, minha esposa Paula Marini e nossa filha Manga Rosa, minhas maiores inspirações nesse Universo. Saibam todos que Eu adoro a minha vida! Então vamos falar de rock agora? Seja bem vindo à coluna Roraimarocknroll, porque a história do rock roraimense você lê primeiro aqui! Boa Leitura, e ótima terça-feira! Let’s go! - Victor Matheus.
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PAPO RETO
*Créditos: Rubens Achilles 
O cantor e compositor Henrique Ornellas 
 responde a três perguntas do Papo Reto da nossa coluna: 

Sua carreira musical iniciou nos anos 80 em Roraima fazendo rock com bandas locais e recebendo o pseudônimo de Lobão. Que lembranças você tem dessa época seminal no rock roraimense? 

Foi uma época incrível. Eu tinha acabado de chegar de Brasília, onde comecei aprender violão. Fui estudar no Osvaldo Cruz e conheci o Ben Charles. Começamos a ensaiar com a banda Classe Média, e por causa da minha voz me apelidaram de Lobão (risos). Ao mesmo tempo começaram a surgir novas bandas e não parou mais, uma super energia musical rolando na época. 

Sua música vem ganhando reconhecimento de norte ao sul do país, inclusive sendo trilha sonora de outras artes como o teatro. O que lhe inspira a fazer música? 

A Vida, pois escolhi viver dela usando todo o leque possível nessa área. 

Quem salva o rock no Brasil hoje? 

Hoje pra mim o rock é mais a atitude de quem faz música, e de preferência passando com clareza sua mensagem, e de verdade eu não sei quem salva o rock hoje.
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ANTIGA ROLL
*Créditos: Antiga Roll 
A banda amazonense Antiga Roll, uma das maiores referências do punk rock nortista está com o novo disco, o segundo da carreira, chamado Zumbi de Bar, disponível em várias plataformas digitais, e na versão física também agora em LP, em edição limitada. Saiba mais sobre a banda e como adquirir esse produto exclusivo de colecionador no www.antigaroll.com. #recomendamos 
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 MOMENTO POLAROID 
*Créditos: Victor Pium
Pelas lentes de Victor Pium, a história do rock roraimense é contada... O registro é do projeto Música do Beiral, do Clã Cultural Makunaima, realizado dia 19 de setembro de 2015 no Bairro Caetano Filho... Uma bela imagem digna de polaroid! #polaroid #beiral 
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ROCK LIST 
*Créditos: Edgar Borges
O poeta Rodrigo Mebs, vocalista da banda Ditambah, 
escolhe cinco músicas essenciais na sua #RockList. Confira: 

1. Tudo foi feito pelo sol (Os Mutantes) 
2. Anoter brick in the wall (Pink Floyd) 
3. Break on through (The Doors) 
4. Lucy in the sky with diamonds (The Beatles) 
5. Stairway to heaven (Led Zeppelin) 
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#Sheep
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LIVRO
*Créditos: Editora Novo Século 
JIM MORRISON – NINGUÉM SAI VIVO DAQUI (Jerry Hopkins, Danny Sugerman) – Conheça a vida, a arte e os segredos de Jim Morrison, protagonista de uma das mais impressionantes tragédias modernas. A biografia Ninguém sai vivo daqui é o resultado de sete anos de escrita, e mostra em toda a sua complexidade o cantor, filósofo, poeta, delinquente e fundador do The Doors. Escrito por Jerry Hopkins e Danny Sugerman, confidente e assessor dos Doors, o livro tornou-se best seller do the New York Times, com mais de 2 milhões de exemplares vendidos e serviu como principal fonte do filme de Oliver Stones, The Doors. Leitura obrigatória e altamente recomendada para os fãs do rei lagarto e entusiastas da contra cultura dos anos 60. 
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DISCO 
*Créditos: Geffen Records
Appetite for Destruction é o aclamado álbum de estreia do grupo norte-americano de hard rock Guns N' Roses. Foi bem-recebido pela crítica, tendo frequente presença em listas de melhores álbuns da história, e é o disco de estreia mais vendido da história, com cerca de 30 milhões de cópias no mundo todo. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame 
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PUBLICAÇÃO 
JORNAL FOLHA DE BOA VISTA | CADERNO B 
COLUNA RORAIMAROCKNROLL | ANO 5 
28ª EDIÇÃO | 22/12/15

15 de dez de 2015

COLUNA RORAIMAROCKNROLL - ANO 5 - 27ª EDIÇÃO


NESTA EDIÇÃO: VITOR PIANI, LEKA DENZ, FELLA CARVALHO, RAFAEL MARQUES,  DYMERSON ANDRADE, THE BAGGIOS, LUNETA MÁGICA, LOS PORONGAS, DITAMBAH, REGIOJAZZ, BOLIVAR BLUES, DOUTOR JUPTER, IGGY POP
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ABRE A CONTA
Bom dia rocker! O ano de 2015 foi muito intenso em nosso país... Por um lado, instabilidade econômica, crise política, corrupção em todos os setores, muitos conflitos ideológicos, protestos, greves, desastres naturais, um quadro pessimista de suicídio inconsciente de nossa sociedade... Não dá pra chegar ao final do ano sem refletirmos para que rumo nossa sociedade caminhe em 2016 com tantas mazelas acontecendo ao nosso redor... Ainda assim devemos manter a fé na esperança de dias melhores do que vivemos hoje, e vejo a cultura, em especial a música, como um dos caminhos dessa (r)evolução de consciência... Uma vez no passado meio milhão de pessoas foram até uma fazenda no interior dos Estados Unidos pedindo paz, porque não podemos fazer o mesmo agora? Seja bem vindo à coluna Roraimarocknroll, porque a história do rock roraimense você lê primeiro aqui! Boa Leitura, e ótima terça-feira! Let’s go! - Victor Matheus.
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PAPO RETO 
*Créditos: Plato2112 
O guitarrista Vitor Piani, da banda Regiojazz, 
responde a três perguntas do Papo Reto da nossa coluna: 

A sua abordagem musical na guitarra é bem peculiar e autêntica, utilizando de recursos harmônicos e melódicos não ortodoxos na sua impressão musical... Como você conecta a liberdade do jazz, notória, com o som regional amazônico na sua música? 

O Jazz apareceu como estudo e pelo fato de proporcionar a liberdade musical logo fui inconscientemente incorporando em estilos que eu já tocava e por ventura, já tocava a muito tempo MPB que não deixa de ter o pensamento Jazzístico e sempre busquei ser um músico de versátil experimentando vários estilos ou melhor não tenho muito esse lance de estilo musical simplesmente gosto de certas músicas e outras não, voltando a pergunta e falando um da relação com a música regional, esta sempre esteve presente na minha vida, primeiro por ser um cidadão Amazônico que gosta de muita das coisas que são criadas na região e por várias vezes tive a oportunidade de tocar em rodas de carimbo em Belém e aqui em Boa Vista, logo me afinei com a sena local e com a música regional, o Roraimera. 

Sua versatilidade musical proporciona encontros musicais com diversos artistas e bandas regionais... Qual o momento inesquecível de sua carreira até agora? E que sonhos ainda busca realizar? 

Sem dúvida um dos momentos mais legal vivido por mim foi ao lado de Leka Denz, Matheus Dbob, Tauã Uchôa, Fábio Bruno e Fabrício Kadela na Turnê Sesc Amazônia das Artes, o artista sempre está disposto a mostra a sua arte e o Sesc além de nos proporcionar a divulgação do nosso trabalho também contribuiu para um amadurecimento em vários aspectos desde a relação entre nós e com outros artistas até o amadurecimento pessoal que vai desde as habilidades técnicas do instrumento ao despertar para novos horizontes, em quanto os meus sonhos com relação a minha carreira devo dizer que não tenho um específico, antes de mais nada já sou muito grato por ter como ofício algo que amo fazer, então meu sonho é ter sempre força e luz nessa caminhada e poder contribuir da melhor forma com o trabalho que desenvolvo seja como for só tenho uma exigência que eu esteja feliz com que eu estiver fazendo. 

Quem salva o rock no Brasil hoje? 

Para mim Gilberto Gil salva o Rock e a música claro que temos muitos outros nomes, mas faço do nome dele a representação de todas suas conexões. 
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BOLIVAR BLUES 
*Créditos: Bolivar Blues 
A banda venezuela Bolivar Blues disponibilizou um novo single , a música Sweet November. Para ouvir o single acesse o link https://soundcloud.com/bolivarblues/sweet-november-bolivar-blues e deguste mais esse som dos Hermanos. #bolivarblues 
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MOMENTO POLAROID 
*Créditos: Dymerson Andrade
Pelas lentes de Dymerson Andrade, a história do rock roraimense é contada... O registro é do guitarrista Alexandre Horta, e do vocalista e poeta Rodrigo Mebs, da banda Ditambah na Sexta IndieRock do Antique Pub... Uma bela imagem digna de polaroid! #polaroid #ditambah
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ROCK LIST 
*Créditos: Márcio Lavôr
A cantora Leka Denz, 
escolhe cinco músicas essenciais na sua #RockList. Confira: 

1. Welcome to japan (The Strokes) 
2. Kosmic Blues (Janis Joplin) 
3. Golden Slumber/ Carry that weight (Beatles) 
4. Tribunal de Rua (O Rappa) 
5. Essa noite, não (Lobão) 
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LIVRO 
*Créditos: Aleph
OPEN UP AND BLEED – A VIDA E A MÚSICA DE IGGY POP - Não houvesse sido escrita há 130 anos, a novela gótica O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson, bem que poderia ter sido baseada nas múltiplas personas de James Newell Osterberg Jr., vulgo Iggy Pop. E é tal ambivalência de personalidades do astro pioneiro que o biógrafo Paul Trynka tão bem captura em Open Up and Bleed - A Vida e a Música de Iggy Pop. Trynka traça paralelos entre o cotidiano do antigo Jim (aluno dos mais aplicados do colégio) e as demências do endemoniado Iggy, irremediável junkie e desencapado fio condutor responsável por antecipar o punk. Essa é a trajetória do homem que fez e aconteceu, se autoflagelou no palco, foi e voltou do inferno inúmeras vezes, mas que está aí até hoje, ainda tocando o terror em cima do palco. (por Cristiano Bastos) 
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DISCO 
*Créditos: Doutor Jupter
NA VARANDA (DOUTURO JUPTER) - Apesar de a cena folk ainda ser incipiente no cenário do pop brasileiro, alguns nomes mantêm a chama do estilo acesa. É o caso do Doutor Jupter, quarteto do interior de São Paulo que lança agora o segundo álbum. Em Na Varanda (independente), os músicos liderados pelo cantor e violonista Ricardo Massonetto falam de prazeres da vida simples, usando para tanto uma sonoridade acústica, direta e despojada. O nome do álbum se deve ao fato de ele ter sido gravado em uma varanda na cidade de Mairiporã, onde moram. Os violões, banjos e gaitas falam mais alto nas 11 faixas, que têm como destaques “O Melhor do Mundo”, “Noutra Primavera” e “Saco de Dormir”. 
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PUBLICAÇÃO 
JORNAL FOLHA DE BOA VISTA | CADERNO B 
COLUNA RORAIMAROCKNROLL | ANO 5 
27ª EDIÇÃO | 15/12/15