3 de mar de 2017

O CONJUNTO DOS SONS

Por Michel Sales - Colaborador Roraimarocknroll

“Sem a música, a vida seria um erro”, disse certa vez o filósofo Friedrich Nietzsche. De fato, a música é uma das artes mais intimas do ser humano, sendo a combinação de ritmo, harmonia e melodia, de uma maneira agradável e pessoal ao ouvido de cada ser.

Com o passar dos séculos, a música evoluiu bastante, resultando em uma grande variedade de gêneros, entre eles: a sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou folclórica e até mesmo o Classic Rock e porque não o Heavy Metal? Ou seja, cada um dos gêneros musicais possui uma série de subgêneros e estilos, como um veículo usado para expressar sentimentos.

Pesando o aspecto das gerações - frente à tecnologia - a música mostrou-se em vários formatos, figurando em vinis, fitas K-7, CDs, MP3 e outras combinações mais. Dessa forma, ela perpetua e finca seu legado ‘multiverso’, inspirando, sobretudo, os amantes ou aficionados colecionadores, estes que acabam entusiasmando outros e outros apreciadores, tornando a boa música viva e reluzente.

E atualmente, com o advento da promissora e suprema comunicação via redes sociais, a música, deveras, destaca-se no conceito do colecionismo, onde milhares de fãs a consomem por seu viés variado.

Dessa forma, as discussões sobre a música das noites, a música dos dias ou a música das tardes, se propagam no tempo e no espaço, onde novas amizades se constituem, sentidos se justificam e a vontade de viver curtindo eternamente tudo isso, jamais beira o abismo das tristezas da vida, ao cintilar para sempre no mundo das satisfações!

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