29 de fev de 2012

AGENDA: Arnaldo Antunes em Boa Vista


UFRR PREPARA SHOW COM 
ARNALDO ANTUNES 
 
O cantor Arnaldo Antunes, um dos maiores ícones da MPB marcará presença com show musical denominado “Ao Vivo Lá em Casa” no dia 15 de março (quinta-feira), às 19h, na Universidade Federal de Roraima (UFRR). O evento acontecerá no estacionamento do RU, localizado em frente ao bloco I do campus paricarana.

A programação será gratuita e aberta ao público em geral. O show faz parte da Programação Cultural de Abertura do Ano Letivo 2012 da UFRR. As bandas roraimenses Veludo Branco e Jamrock realizam o pré-show. De acordo com a produtora cultural da UFRR, Selmar Almeida, o show segue a agenda cultural da instituição, e o objetivo é preparar o início de cada ano com uma calorosa recepção a comunidade universitária. “A expectativa é contar com boa participação dos acadêmicos e servidores da instituição, enfim todos os amantes da boa música popular brasileira”, explicou. O artista vem com a sua banda completa formada por Edgard Scandurra e Chico Salem nas guitarras, Betão Aguiar no baixo, Curumin na bateria e Marcelo Jeneci nos teclados. No repertório, músicas do seu DVD “Ao Vivo Lá em Casa” gravado na residência do artista, em comemoração aos seus 50 anos, e baseado no álbum “Iê Iê Iê”.

Sobre Arnaldo Antunes

Poeta, cantor e compositor, nasceu em São Paulo em 1960. Integrou o grupo Titãs, com o qual gravou sete discos. Em carreira solo desde 1992, já lançou os discos Nome, Ninguém, O Silêncio, Um Som, O Corpo (trilha para espetáculo de dança do Grupo Corpo), Paradeiro, Saiba, Qualquer, Ao Vivo no Estúdio, Iê Iê Iê e Ao Vivo Lá em Casa, além de Tribalistas (com Marisa Monte e Carlinhos Brown). Tem vários livros publicados no Brasil (entre eles Psia, Tudos, As Coisas, 2 ou + Corpos no Mesmo Espaço, 40 Escritos, Como É Que Chama o Nome Disso e N. D. A., na Espanha (Doble Duplo) e em Portugal (Antologia).


Pré-show


A programação de abertura do Ano Letivo 2012 da UFRR também será abrilhantada com os shows das Bandas Veludo Branco e Jamrock. “Estas bandas além de serem um sucesso no cenário musical do norte, tem entre seus integrantes estudantes RR, que é motivo de muito orgulho para a comunidade acadêmica e ainda oportuniza a divulgação de trabalhos de bandas de Roraima dentro do ambiente universitário”, explicou Selmar.

Veludo Branco
 O rock n’roll na sua essência no extremo norte

O Power trio Veludo Branco, surgiu em 2006 com a proposta de emular em seu som e na personalidade do grupo o espírito do rock n’roll na sua essência. A banda é formada por Mr Gonzo, no vocal e guitarra; Paulo Henrrique, no baixo e Cesar Matuza, na bateria. Com persistência e muito trabalho, o trio roraimense construiu um currículo que impõe respeito fazendo do grupo uma referência do rock n’roll do extremo norte do Brasil. Na conta da biografia da banda já estão as participações nos Festivais Beradeiros (RO), Casarão (RO), Quebramar (AP), Megafônica (PA), Tomarrock (RR), RR Sesc Fest Rock (RR), Grito Rock Boa Vista e Manaus.Também realizaram uma turnê pelo Rio Grande do Sul (2010) lançando o primeiro disco “Veludo Branco Rock N’Roll”. O disco agora em 2012 será relançado no formato SMD, pelo selo Roraimarock Discos. No cenário independente, já dividiu palco em festivais com Los Porongas, Madame Saatã, Forgotten Boys, Rock Rocket, Macaco Bong e Black Drawing Chalks e com artistas nacionais como Marcelo Nova, Dr. Sin, Matanza, Ratos de Porão, Pato Fu, Dado Vila Lobos (Legião Urbana) e Raimundos.

Jamrock
 A harmonia do reggae com a atitude do rock

Adicionar legenda
A Banda Jamrock é um grupo de power pop reggae formado em 2009. Integram o conjunto quatro jovens: Gabi, no vocal e violão; Hugo Pereira, voz e contra-baixo; Hyago Moura, voz e guitarra; e Roberto Vizotto, na Bateria. A banda busca unir a harmonia e amor do reggae com a atitude do rock. O repertório do grupo propagam mensagens positivas através de melodias adocicadas para a alma, transformando suas letras, inspiradas tanto no cotidiano das pessoas quanto em reflexões vividas, amor, paz, respeito e harmonia com a natureza, em verdadeiras orações, fazendo assim, um misto de relação transcendental, amor e união em seus shows. O grupo já produz seu 1º EP, com duas músicas, entre elas “Futuro Bom” e “Praia”, uma prévia do primeiro disco a ser lançado ainda em 2012. A mensagem do som da Jamrock pode ser resumida através de uma de suas canções “Futuro Bom” que tem o refrão “crescer, voar, o caminho que Jah escreve nada nesse mundo pode apagar. Cantar, sorrir, não importa o que aconteça, um futuro bom sempre estará por vir”.

23 de fev de 2012

COLUNA SENTA A PÚA: Cadê o respeito?



Há algumas semanas fui marcado numa publicação no facebook, onde personagens da cena local, entre eles Ramon Hiama (Sheep), Ellen Carmen (Klethus) e Eduardo Werland (Old Funeral) debatiam um tema muito pertinente: A estrutura de palco dos shows de rock em Boa Vista. Não quis entrar no debate pois quem acompanha Blog Roraimarocknroll sabe a opinião que defendemos quanto a esse tema, mas depois de observar os últimos shows e eventos de rock da cidade, considerando todas as óticas, de quem promove os shows, a produção do evento, as condições do mercado atual da música no extremo norte do Brasil, e é claro o público, não posso deixar de compartilhar minhas impressões de como anda a produção cultural local, em especial a de música, e mais especificamente a de rock.

Desde que a emergente cena rock de Roraima começou a se moldar e se estruturar em 2000, se dividiu em blocos a partir de 2007, se reinventou em 2011 e se tornou o que é hoje, um organismo interessante e mutável de acordo com os interesses dos seus personagens, o principal calo do pé de muitos eventos sempre foi a questão da estrutura dos shows (palco, som, iluminação e divulgação). Temos pelo menos, ao longo de uma década, uma meia centena de eventos de pequeno, médio e grande porte realizados em Roraima, com orçamentos volumosos e pequenos, para usarmos como exemplos e comparações. Paralelamente cresce a quantidade de reclamações, nem sempre públicas por medo de censura, por parte dos artistas que movem essa cadeia produtiva, do público em si, e de formadores de opinião quanto ao desrespeito que muitos produtores tem cometido com nossos artistas e público.

De um lado, os produtores incompetentes se justificam como podem, com seus argumentos rasos, seus discursos enlatados, colocando na maioria das vezes a culpa em outros fatores, que é claro, não podemos desconsiderar mas que qualquer um com o mínimo de massa cinzenta que utiliza para pensar sabe muito bem que não passa de abobrinha para surdo ouvir. Do outro lado estão os artistas, o principal produto dessa cadeia produtiva, que se esforçam para apresentar ao público um bom show, investem tempo e dinheiro em instrumentos, horas de ensaio em estúdio, gravação de músicas e a fins, e ainda disponibilizam energia para auto gestão de suas carreiras, e quando tem a oportunidade de vender seu produto da melhor forma possível, que é através de um show, não recebem o devido tratamento que merecem, já que em quase todos os casos não recebem cachê e nenhum tratamento pelo menos digno pelo esforço que realizam.

Meus caros, tapinha nas costas, auto masturbação no twitter, textos bonitinhos, enfeitados com os mesmos adjetivos de sempre que já viraram clichê no facebook, e fotos com efeitos de app de Iphone são importantes para a divulgação dos artistas, mas só isso, repito, só essa maquiagem virtual não basta. Se não houver um som bom, um palco descente, com back line profissional, técnicos de som responsáveis, assistentes de palco interessados mais em auxiliar os artistas ao invés de brincar no celular, iluminação profissional que valorize a fotografia do show, dando inclusive lastro para os profissionais do audiovisual realizarem seus trabalhos com eficiência e valorizando ainda mais o evento e os shows, uma produção que respeite o artista e dê seu valor, tudo isso perde o sentido. Além de não valorizar a boa música, uma estrutura de palco ruim ofende nossos ouvidos e denigri a imagem de quem está lá em cima do palco dando a cara a tapa, pondo o cu na reta e dando o sangue para fazer um bom show.

Quanto a questão de cobrar ou não cachê é uma opção em muitos os casos, pois cada um sabe o valor de sua arte, mas o que não pode é você participar de um evento pago, que gera receita e não receber nenhuma palheta pelo seu trabalho. Esse papinho “vendedor de bíblia” de economia solidária só é bonito no papel e pelo menos aqui em Roraima nunca deu resultado real e palpável. Prefiro o Merdcard do Mundo Canibal. Pelo menos esse nos diverte com boas risadas. No dia que eu fizer um show e receber um cachê solidário que bote a gasolina no meu carro, pague as horas de ensaio no estúdio, pague as cordas da minha guitarra, a gravação de minhas músicas, a confecção dos produtos da minha banda (cd's, dvd's, adesivos e camisetas) eu subo no palco com estrutura boa ou ruim, e ainda faço campanha e lambo o saco. Esse mundo de peter pan só cola na cabeça dos alienados e de quem tem rabo preso.

Não tiro o mérito daqueles que promovem a cultura rock no extremo norte do Brasil e que enfrentam dificuldades, mesmo sabendo que é ano político e blá blá blá, mas não engulo ver produtores que estão aí já tem um bom tempo, continuarem persistindo em erros grosseiros e primários que o tempo mostrou que podem ser solucionados com atitudes simples. Minha consultoria não é cara, e estou a disposição para colaborar, é só pedir gentilmente.

Para fechar a conta, só reivindico como artista, e principalmente como público, mais respeito com nossos artistas, não importa o tempo de carreira que a banda A ou B têm, se leva público ou não, se tocam bem ou ruim. Quando isso acontecer, nossos ouvidos vão agradecer, o público vai agradecer, e os artistas estarão muito mais motivados para persistirem nessa árdua jornada que é navegar nos mares traiçoeiros da cadeia produtiva da música independente do nosso país.

Fecha a conta.

NOTA: As opiniões expressas nesse Artigo são de exclusividade e responsabilidade do Autor, não refletindo a opinião das pessoas citadas no texto. 

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18 de fev de 2012

DIÁRIO DE BAR: Veludo Branco voltando das férias


O Blog Roraimarocknroll estréia hoje em sua editoria mais uma Coluna, o DIÁRIO DE BAR com a banda Veludo Branco, onde César Matuza, Mr Gonzo e Paulo Henrrique vão compartilhar com o público as experiências na estrada, os bastidores e o dia a dia de uma banda independente no Extremo Norte do Brasil. Esta publicação faz parte do Blog/Site da banda Veludo Branco, no endereço www.veludobranco.blogspot.com. Confira a edição de estréia. Boa Leitura.

DIÁRIO DE BAR: 
Veludo Branco voltando das férias

Olá Veludeiros e Veludettes,

Voltamos das merecidas férias de fim de ano, revitalizados e pronto para encarar 2012 com mais tesão ainda pra fazer o rock n'roll rolar. Muitas novidades boas vamos compartilhar em breve, mas já podemos adiantar coisas boas vindo aí, a começar com o nosso DIÁRIO DE BAR, onde vamos contar um pouco dos bastidores e dia a dia da nossa banda, mostrando o lado que poucos vêem de como é a vida dura de uma banda independente no extremo norte do Brasil. Depois de 5 anos de estrada já acumulamos boas histórias para contar, sem esquecer que essa é uma excelente forma de nos aproximar mais com nossos fãs espalhados por esse Brasil, e relembrar com os amigos as boas histórias que escrevemos na estrada.

No primeiro ensaio que fizemos após o retorno das férias, nosso baixista Paulo Henrrique trouxe uma letra que gostamos de citar como "padrão veludo de qualidade", porque ela une o que mais gostamos de cantar: Mulheres, boemia e diversão". Ficamos entusiasmados com a letra que tem tudo para se tornar um hit. Paulo confessou não ser bom em criar refrões, por isso eu, Mr Gonzo, acabei escrevendo, colocando um toque de devassidão na história e também dei o título a canção (risos).

Como sempre acontece com a Veludo Branco, preciso apenas de um pouco de bebida etílica e uma noite anterior de esbórnia para escrever ou compor as melodias de nossas canções. Nesse caso não foi diferente. Após uma quinta feira regada a perversão etílica, resolvi retomar os trabalhos etílicos no dia seguinte, em casa mesmo. Depois de duas taças de vinho, peguei meu violão com cordas de aço e comecei a brincar com alguns licks de blues. A letra era propícia pela métrica que tem para ser cantada nesse estilo, e eu como bebo cada vez mais dessa fonte queria levar a música para esse território. Em 5 minutos criei o riff principal, baseado num lick de blues em Sol Maior. Lembrei da introdução da canção "Revolution" dos Beatles. Peguei emprestado o início dessa canção, colei com a minha idéia do lick, coloquei mais uns "claps" no meio da canção, um solo, refrão, embalei tudo, gravei no meu Ipad e levei no dia seguinte para o ensaio. Estava criada a melodia de DEVASSA BLUES, a primeira música realmente composta pela nova formação da Veludo Branco, com letra de Paulo Henrrique e Mr Gonzo, Melodia de Mr Gonzo, e detalhes instrumentais de Cesar Matuza. Digo os detalhes instrumentais porque na hora de rechear o bolo, ou melhor, dar mais dinâmica as nossas canções, César Matuza sabe como poucos traduzir nas baquetas o que eu porcamente consigo solfejar na boca. 

Logo mais gravaremos um ensaio com essa canção e publicaremos o vídeo em primeira mão. Enquanto isso, conheçam a letra de nossa primeira composição de 2012. 

Abraços Etílicos. Mais novidades em breve.
Mr Gonzo.

DEVASSA BLUES
(letra: Paulo Henrrique, Mr Gonzo / música: Veludo Branco)

gostava de novela, sandy júnior, cineminha e rock n'roll
tinha carinha de malvada, mas era uma menininha, que amor
depois de cinco doses estava em ponto de bala pro terror

não era de frufuzinho, odiava patricinha extravagante
chamava de babaca, palhaço e maricas o ex amante
guiava com o braço apoiado na janela do possante

Essa muchacha é demais
seu sobrenome é libido
delícia que te faz pedir mais

tinha feitiche por branquinhos, cabeludos e mocinhos puritanos
sequestrava alguns rapazes pra festinhas no banheiro vez em quando
escolhia uma noite para a inesquecível do ano

até que um dia descobriu sem mais nem menos bem no meio da noitada
que ela era a escolhida da morena mais bandida da sala
mas não queria virar bi depois de 25 anos na cara

Essa muchacha é demais
seu sobrenome é libido
delícia que te faz pedir mais



#veludobranco2012 

A HISTÓRIA DO ROCK EM RORAIMA - II Sesc Fest Rock


Em II SESC Fest Rock Logo que acabou o I SESC Fest Rock, deu-se início expectativa para o ano seguinte: como seria o próximo? O primeiro Sesc Fest Rock foi um evento até então sem precedentes em Boa Vista. Nunca havia se imaginado até então, um festival com 23 bandas de rock tocando em um lugar decente, com som e luz bons, um palco “de gente”, porque até então, poucas bandas tinham privilégio de tocar em lugares com boa estrutura, como a Garden naquela época, a Lepthospirose, que também já tinha tocado na (Ex Boate SPECTRUM-KGB-DUNIA) e no Roraima Fest Rock que teve na praça ao lado do gela goela, no ano de 2001 entre outras. Até antes do I Fest Rock, achava-se que havia apenas umas 4 ou 5 banda de rock ativas na cidade, que era o que aparecia mais.


Abriram-se as inscrições para o Segundo SESC Fest Rock em 2006, novamente, uma explosão de inscrições. Mais de 30 bandas se inscreveram. As 28 com mínimas condições de apresentação foram escaladas para as noites de 28, 29 e 30 de Julho daquele ano.

Essa segunda edição trouxe novamente a Pink Rock de Manaus, a banda de hard core feminina que botava a galera pra se matar na frente do palco.



Também teve como novidade a primeira banda internacional a tocar no festival, a Et Tu Brutus, da Guyana, banda que já havia estado em Boa Vista uns anos antes, e os contatos mantidos desde então, viabilizaram a vinda deles novamente pro festival, verdadeiros aventureiros que encararam uma viagem de 23 hs de Van de Georgetown até Boa Vista.



Nesse fest rock, pipocaram bandas de proveta e formações improvisadas, com membros repetidos de outras bandas, havia uns que uma banda saia do palco e ele permaneciam para esperar pra tocar com a banda seguinte (risos), foi bem engraçado. Começaram a haver até a eleição dos atletas do SESC Fest Rock. Algumas bandas iniciantes daquele ano tornaram-se grandes bandas que estão na ativa até hoje, outras ficaram pelo caminho, encerrando as atividades, outras tocaram apenas naquela noite, mas não interessa, eram 28 bandas locais, uma de Manaus e uma da Guyana, um bom line-up para uma pequena capital do extremo Norte brasileiro.



Novamente o SESC lotou nas 3 noites, sexta, sábado e domingo, aproximadamente 600 pessoas por noite passaram por lá, fora o pessoal das 10 bandas em cada noite. Ê tempo bom.

Pra quem não lembra, a relação das bandas e a seqüência dos shows vão abaixo. Lembram de todas essas bandas?

SEXTA FEIRA DIA 28.07.2006
Espírito juvennil - 21:00
O chamado - 21:40
Ironia - 22:20
M. Jungle - 23:00
Echoes - 23:40
Garden - 00:20
Brutus (guyana) - 01:00
K’ daver - 01:40
Lepthospirose - 02:20
St- seven- 03:00

SÁBADO DIA 29.07.2006

Surreal Dreams - 21:00
Punks In Christ - 21:40
Sheep - 22:20
Coma State - 23:00
Ln3 - 23:40
Arroto Do Sapo - 00:20
Pink Rock (Manaus) - 01:00
Moon Hunters - 01:40
Hesed - 02:20
Belinni - 03:00

DOMINGO DIA 30.07.2006

Yekuana  - 18:00
Zone Of Fear - 18:40
End Of Cry - 19:20
Ankhorama - 20:00                     -
C 4 - 20:40
Abduction - 21:20
Esboço De Nada - 22:00
Hangar Hc - 22:40

Algumas fotos daquelas noites:

O povo do rock (a pergunta que permanece, cadê esse povo?)


LN3: que nesse ano tocou com uma formação transmutada com Leka nos vocais e Hendds na segunda guitarra


A equipe por trás do festival


Pequeno caos durante o show da Pink Rock. A roda nem abria de tanta gente.


Peteleco: Deixou saudades...




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17 de fev de 2012

COLUNA RORAIMAROCKNROLL: 41ª Edição


Hey! Semanalmente o Blog Roraimarocknroll publica a Coluna RORAIMAROCKNROLL no Jornal Folha de Boa Vista. Os leitores que não puderam conferir a versão escrita podem apreciar agora a versão on line desse espaço dedicado ao rock n'roll do Extremo Norte do Brasil. A Edição 41 foi publicada na quarta feira (80/02).  Boa Leitura.


ABRE A CONTA 
 
Quem disse que fevereiro é só carnaval? Pra quem respira rock n'roll, igual este que escreve essas linhas, fevereiro é mais um bom mês para curtir, ouvir, respirar, e viver o estilo musical mais emblemático de todos os tempos. Teremos vários shows rolando durante o mês, e nesse próximo fim de semana um Especial da Legião Urbana, com a banda Filhos da Revolução me faz recordar do passado, dos tempos em que show de rock rolava ao ar livre nas praças da cidade, nas antigas boates como Spectrum, KGB, Dunia, Atrium e afins... Realmente o tempo passa rápido como um pensamento, por isso devemos aproveitar ao máximo cada dia de nossas vidas, por isso ótima quarta-feira e curta as dicas da coluna. Let's Go! - Victor Matheus

* clique na imagem abaixo para ampliá-la 


COLUNA FALO MESMO: 10 filmes clássicos sobre heavy metal.


Acho que vou me especializar em fazer listas das 10 mais! Quem assistiu ao filme "Alta Fidelidade" sabe como isso pode virar um vício. Então, estou viciada nisso! E eu ainda encontro um monte de gente que também gosta disso como o paraense "Blog do Gerson" (http://blogdogersonnogueira.wordpress.com/), que é jornalista há 32 anos, Diretor do jornal Diário do Pará, fã de cinema e rock! Leia um post que ele fez, onde fala de 10 filmes clássicos sobre heavy metal. A lista foi idealizada pelo crítico de cinema e grande fã de rock'n roll, André Barcinski. Bom feriadão e divirtam-se!

10 Filmes Clássicos sobre Heavy Metal

Reproduzo aqui a lista dos dez melhores documentários já produzidos sobre heavy metal, segundo o craque André Barcinski, crítico de cinema dos bons e um grande fã de rock’n'roll, obviamente. “Você pode até não curtir heavy metal, mas os documentários são ótimos”, diz André – e eu assino embaixo.

01. Anvil: The Story of Anvil (Sacha Gervasi, 2009) – Um dos melhores filmes sobre música de todos os tempos. Absolutamente imperdível. O diretor acompanha alguns anos na vida da banda canadense Anvil, grande promessa do metal nos anos 80 e que acabou esquecida. Há uma sequência mostrando um show na Hungria, com quatro pessoas na platéia, que é um dos momentos mais comoventes e hilariantes já filmados. Confesso: eu choro toda vez que assisto a esse filme. (Trailer legendado: http://www.youtube.com/watch?v=fURckV0h4FI)



02. Metallica: Some Kind of Monster (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 2004) – O Metallica se tranca num estúdio para gravar o disco “St. Anger”. No intervalo, o baixista Jason Newsted pede demissão, James Hetfield desaparece para se tratar de alcoolismo, e a banda decide contratar um psicólogo para uma terapia de grupo. Uma cena, em especial, me gela os ossos: quando Dave Mustaine, 20 anos depois de ser chutado da banda, acerta as contas com Hetfield e Lars Ulrich. Sensacional. (Pra quem tiver uma banda larga, achei no You Tube, a versão completa e legendada em português. Aí vai o link: http://www.youtube.com/watch?v=UzPJz-FQ-4I)


03. Heavy Metal Parking Lot (Jeff Krulik e John Heyn, 1986) – Em 1986, os diretores tiveram uma idéia simples e genial: foram até o estacionamento de um ginásio onde iam tocar Judas Priest e Dokken, ligaram a câmera e deixaram os headbangers pagarem todos os micos possíveis. O resultado é um clássico absoluto do cinema caseiro e item obrigatório em todo ônibus de turnê que se preza (era um dos filmes prediletos do Nirvana). (Trailer sem legendas: http://www.youtube.com/watch?v=WhRCVm-1r2k)



04. Until the Light Takes Us (Aaaron Aites e Audrey Ewell, 2009) – Estarrecedor filme sobre a cena de black metal norueguesa, com direito a assassinato, incêndios criminosos em igrejas e uma entrevista com Varg Vikernes (Burzum, Mayhem), preso pela morte de um colega de banda. (Legendado. http://www.youtube.com/watch?v=6CHMywUP828)






05. The Decline of Western Civilization Part 2 – The Metal Years (Penelope Spheeries, 1988) – Lemmy disse tudo: “Esse filme destruiu muitas carreiras. Ele fez todo mundo parecer idiota”. Não foi culpa da diretora Penelope Spheeries, claro, mas dos entrevistados, que parecem, de fato, idiotas. Ozzy Osbourne aparece fazendo café da manhã em sua cozinha e está tão chapado que consegue derramar metade de uma jarra de suco de laranja fora do copo. O filme é um registro histórico do metal e do hard rock no auge dos penteados mais ridículos de todos os tempos. (Legendas em espanhol:
http://www.youtube.com/watch?v=hLek8GKxcGU&feature=plcp&context=C3d68dd4UDOEgsToPDskIYEY8Aq7s0XSO-PxAw36Jw)

06. Metal: a Headbanger’s Journey (Sam Dunn, 2005) – O antropólogo Sam Dunn viaja pelo mundo entrevistando músicos, fãs e jornalistas. O resultado é um filme abrangente sobre os vários gêneros e subgêneros do metal. Não é emocionante como os documentários centrados em bandas específicas (Anvil, Metallica) e sofre de um certo didatismo, mas tem incríveis imagens de arquivos. (Trailer legendado. http://www.youtube.com/watch?v=cI_93VeSzGc&feature=results_video&playnext=1&list=PL4AF1D9A9D5FA8058)




07. Dream Deceiver: The Story Behind James Vance versus Judas Priest (David Taylor, 1992) – Em 1985, James Vance, 19 anos, viu seu melhor amigo se matar com um tiro. Vance pegou a mesma arma, apontou contra a própria cabeça e disparou. Sobreviveu. Mas seus pais processaram o Judas Priest, banda que, segundo Vance, o compeliu e ao amigo suicida, por meio de mensagens subliminares em discos. De gelar os ossos. (Sem legendas. http://www.youtube.com/watch?v=rfJkeGpiD9M)




08. Paradise Lost: the Child Murders at Robin Hood Hills (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 1996) – Não é exatamente um filme sobre heavy metal, mas o gênero é parte fundamental da história. Os diretores acompanham o julgamento de três jovens, fãs do Metallica, acusados de mutilar e matar três crianças em rituais satânicos. O filme ganhou uma continuação em 2000, em que as provas usadas no julgamento são questionadas. O Metallica gostou tanto do filme que chamou os diretores para fazer seu próprio doc, “Some Kind of Monster”. (Trailer sem legendas. http://www.youtube.com/watch?v=Tfj_bVIwyeA)


 
09. Iron Maiden: Flight 666 (Sam Dunn e Scott Mcfayden 2009) – O Maiden embarca num avião – pilotado por Bruce Dickinson – e dá a volta ao mundo tocando para multidões. Divertido pelas cenas de bastidores e pelas imagens dos maidenmaníacos em diferentes países. Tem ótimas cenas no Brasil. (Trailer legendado: http://www.youtube.com/watch?v=vnajhIUpNTs)






10. This is Spinal Tap (Rob Reiner, 1984) – OK, não é exatamente um documentário, mas uma obra de ficção posando de documentário, mas os exageros e idiossincrasias da banda fictícia Spinal Tap poderiam muito bem ser reais. Um clássico da comédia que não envelheceu um dia. (Trailer sem legendas: http://www.youtube.com/watch?v=z6F0VyKp4Ik)






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7 de fev de 2012

Tributo a Legião Urbana vai reunir fãs do grupo no CTG

 
Um show Tributo a Legião Urbana vai reunir fãs da banda em fevereiro no Centro de Tradições Gaúchas (CTG). O evento acontece dia 11 de fevereiro, sábado, a partir de 20h30h, e marcará o retorno aos palcos da banda Filhos da Revolução.


Além do show principal também haverá pré-show das bandas HAADJ, Jhonny Maneiro e Thiago Amaral que estará se apresentando com voz e violão.

A Banda Filhos da Revolução tem 12 anos e conquistou prestígio como uma das melhores bandas cover de Roraima por ser fiel a Legião Urbana no quesito musicalidade. O vocalista Josemar Sales, tem seu timbre de voz comparado ao do Renato Russo e promete um show inesquecível aos fãs da banda que marcou a geração dos anos 80. Ele conta que os Filhos da Revolução passaram vários anos longe dos palcos, pois cada um seguiu seu rumo. “ Voltamos com essa proposta para fazer um show e era algo que estávamos querendo. Fazer uma homenagem a Legião Urbana”, explicou. A banda contará com o apoio de músicos como Franklin Lima e Hendds Williams.

A venda de ingressos deve começar essa semana e o primeiro lote será vendido a R$ 20 e o segundo lote a R$ 30 reais. Haverá mesa para os interessados e estudantes pagam meia-entrada.

“ A expectativa é que as pessoas tenham a impressão de estar num show do Legião Urbana. O próprio Renato falou que o Legião seria o publico” explicou o vocalista Josemar acrescentando que o show terá 25 musicas. “para que o público não saia de lá insatisfeito. Também iremos apresentar uma surpresa, a música “1977” uma musica deles que foi gravada e não foi lançada em disco”, complementou, afirmando que espera um grande publico para o show.

“Estamos empolgados porque o cenário musical esta focado no sertanejo e forro e vai ser um show diferencial. Quem não gosta de Legião Urbana? De crianças a idosos todos gostam das musicas, pois possuem conteúdo e sempre falam dos sentimentos. Vamos apresentar um pouco da historia e das curiosidades sobre a banda”, finalizou. Quem quiser adquirir mesas ou ingressos pode entrar em contato pelo telefone 9142 0109 (Adriano)

3 de fev de 2012

COLUNA RORAIMAROCKNROLL: 40ª Edição



Hey! Semanalmente o Blog Roraimarocknroll publica a Coluna RORAIMAROCKNROLL no Jornal Folha de Boa Vista. Os leitores que não puderam conferir a versão escrita podem apreciar agora a versão on line desse espaço dedicado ao rock n'roll do Extremo Norte do Brasil. A Edição 40 foi publicada na última quarta feira (01/02).  Boa Leitura.


ABRE A CONTA
 
O Rock n’roll morreu. Janeiro acabou, e nossa eterna rainha do rock n’roll brazuca Rita Lee
pendurou as chuteiras dos palcos... Mas antes disso, em seu ultimo e espero que não definitivo show teve que mandar os caretas irem pastar e mostrar que a chama do rock n’roll está não apenas na música, mas na filosofia de vida, no jeito de vivê-la sem medo da opressão. Mostrar a bunda, os peitos, bater no peito e ter orgulho de dizer que é mulher, mãe de três filhos, avó de uma neta, e ainda fazer o som rolar aos 64 me faz acreditar que tudo é possível nessa vida. Estamos definitvamente órfãos de novo de boa música, mas eu tenho fé que outras bandas novas e nem tão novas assim possam continuar o legado da tiazona Lee... No mais, a gente segue a vida, degustando mais essa edição desse espaço pra contar a história do rock n’roll e a nossa história também. Ótimo início de fevereiro, e boa leitura. Let’s Go! - Victor Matheus

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